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  • Bezerros de Ouro

    27/04/2017 por Sonia Costa
    Artigos

    Quando falamos em bezerro de ouro, automaticamente lembramos de Moisés descendo o Monte Sinai com as tábuas da Lei e contemplando o povo numa orgia desenfreada, adorando aquela imagem e afirmando que aquele era o deus que os havia tirado da escravidão do Egito. Neste artigo, meu objetivo é conversar um pouco sobre o aspecto simbólico que o bezerro de ouro representa em nossa vida.

    Existem sentimentos que forjam “bezerros de ouro” em nossos corações e quando nos damos conta, nossos sentimentos altruístas vão se desvanecendo, e o lugar que antes pertencia a Deus, vai sendo tomado por pensamentos questionativos que nos levam em direção oposta ao nosso Criador.

    Vejamos alguns deles:

    Incredulidade

    A incredulidade é decorrente da falta de alimentação espiritual. Quando nos alimentamos com a Palavra de Deus nossa fé é fortalecida e a incredulidade vai cedendo espaço para a confiança em Deus. “Sem fé é impossível agradar a Deus”(Hb. 11.6). “A fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus” (Rom. 10.17). Em Nazaré Jesus não fez muitas maravilhas devido a incredulidade daquele povo (Mt. 13.58 e Mc. 6.5-6).

    A incredulidade abre portas para o ceticismo, a desconfiança e a dúvida, fazendo com que a vida se nos pareça inútil e sem sentido. Quando se chega nesse estágio, as portas do coração já estarão abertas para qualquer deus entrar e fazer morada.

    A incredulidade tira Deus do nosso coração.

    Procrastinação

    A procrastinação é um ladrão do nosso tempo. Quantas vezes planejamos realizar algumas tarefas durante o dia, mas não conseguimos alcançar nosso objetivo, porque sempre aparecem imprevistos que nos impedem de levarmos ao fim e ao cabo, as tarefas a que nos propomos.

    Assim acontece quando nos propomos servir a Deus, agradá-lo e fazer a Sua vontade. Fazemos propósitos de um devocional diário, nem que seja por cinco minutos, com leitura bíblica e orações; conseguimos cumprir por alguns dias, mas eis que surge um imprevisto e então começamos a falhar nesse nosso propósito. Quando nos damos conta, o horário do nosso devocional foi trocado por outras prioridades e Deus foi colocado em segundo plano na nossa vida.

    A nossa alma anseia pela presença de Deus, mas nossa humanidade procura sempre nos arrastar em direção oposta. Sabendo desse problema que enfrentamos diariamente, Jesus nos deixou esta passagem bíblica como alerta para o nosso viver diário: “E aconteceu que, indo eles pelo caminho, lhe disse um: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que fores. E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai. Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus. Disse também outro: Senhor, eu te seguirei, mas deixa-me despedir primeiro dos que estão em minha casa. E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.” (Lc. 9.57-62)

    Temos que ser disciplinados para alcançarmos nossos objetivos, pois sempre teremos “mortos para enterrar” e “despedidas para fazer”; quando invertemos prioridades, sempre acharemos desculpas para postergarmos a fazer aquilo que nos propomos em princípio.

    O ‘amanhã’ é um perigo, porque o amanhã nunca chega. Quando deixamos para o amanhã aquilo que podemos fazer hoje, prejudicamos a nós mesmos e também aos que estão ao nosso redor. (Ex. 8.9-10)

    A procrastinação tira Deus do Seu devido lugar em nossa vida.

    Indolencia

    A indolencia é outra atitude que nos leva a abrir portas para todo tipo de distração, tirando nosso foco espiritual e substituindo a presença de Deus por bezerros de ouro.

    Salomão conhecia o que era a preguiça e a indolência (Pv. 19.15 e Pv. 20.13 e Pv. 24.33-34)). Quando nos propomos a desenvolver algo que demanda esforço e tempo, precisamos estar atentos e cultivar a perseverança, pois com certeza em algum momento, a indolência ou desânimo vai se manifestar, para que venhamos a desistir dos nossos sonhos.

    Neemias é um excelente exemplo bíblico de como vencer a indolência, ou preguiça pois apesar das adversidades e dos inimigos que o afrontavam para que desistisse, ele conduziu com animosidade a reconstrução dos muros de Jerusalém. (Ne. 4)

    A indolência também nos impede de crescermos na vida espiritual (I Co 3.1-2), mas o Espírito Santo nos ajuda a combater o desânimo, para que sejamos fortalecidos na força do Seu poder (Ef.3.14-16). O Apóstolo Paulo também nos desperta para que sejamos perseverantes na obra de Deus (I Co.15.58).

    A indolência minimiza a presença de Deus em nossa vida.

     

    Essas três atitudes comentadas acima, são apenas alguns comportamentos humanos que nos impedem de vivermos a plenitude da presença de Deus em nossa vida. Quando diminuímos a importância devida a Deus em nossa vida, com certeza estamos dando lugar para a entrada de outros deuses no nicho do nosso coração. É uma luta diária e constante que temos que travar com o nosso eu, mas com a ajuda do Espírito Santo (Gl. 5.22-25), seremos mais que vencedores (Rm. 8.1-14 e 8.37-39), pois Deus estará sempre de braços abertos para receber seus filhos e restaurar os sonhos perdidos. (Zc. 1.3) (Lc. 15.20-24)

    Vivamos de tal forma que apenas Deus seja entronizado em nosso coração (Jo. 4.23).

     

    Eu te convido a fazer esta oração comigo:

    Deus Santo, Criador dos céus e da terra, sonda meu coração e vê se está sendo formado em mim, algum bezerro de ouro que possa estar comprometendo o meu relacionamento contigo. Se houver, por Tua misericordia, despedaça-o antes que ele se torne tão grande que eu não consiga mais dominá-lo, pois minha alma deseja que Tua soberania seja proeminente em minha vida, e que Teu Espírito Santo cultive em mim, a sensibilidade de sempre me render ao Teu querer. Eu te peço em Nome de Jesus Cristo, Teu Filho Amado, Amém!

     

    Bibliografia pesquisada e recomendada:

    Bíblia Online

    ENCICLOPEDIA de Bíblia Teologia e Fiolosofia.   9.ed.   Russell Norman Champlin.   São Paulo, Hagnos, 2008.   6. v.

    JEREMIAH, David.  Derrotando os Gigantes de sua vida.   São Paulo, Vida, 2004.   282 p.

     

    Por Sonia Valerio da Costa

    Em 27/04/2017

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