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    Sonia Costa

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    Sou Bibliotecária, gosto de ler e de trabalhar com a informação. Meu prazer é estar no meio dos livros, pois eles são uma das minhas maiores fontes de inspiração para escrever.

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  • Os Hindus Cegos e o Pluralismo Religioso

    12/11/2011 por Sonia Costa
    Artigos

    (Imagens Google)

    “Existe uma antiga parábola que fala a respeito de seis hindus cegos que tocavam um elefante. Um dos cegos tocou o lado do corpo do elefante e disse que era um muro. Outro cego tocou a orelha do elefante e disse que era uma grande folha de árvore. Outro segurou uma das pernas do elefante e pensou que fosse o tronco de uma árvore. Outro ainda segurou a tromba do elefante e disse que era uma cobra. Outro cego tocou uma das presas de marfim e pensou que se tratava de uma lança. Finalmente, outro cego tomou a cauda do elefante nas mãos e julgou estar segurando uma corda. Todos os cegos estavam tocando a mesma realidade, mas compreendiam-na de maneiras diferentes. Eles todos tinham o direito de interpretar o que tocaram de acordo com o seu modo pessoal, mas o objeto tocado era o mesmo elefante.” (1)

    Essa parábola tem sido muito utilizada para ilustrar a existência de diferentes religiões e suas diversas práticas com respeito a uma mesma realidade espiritual quanto ao relacionamento do homem para com Deus; ela também nos induz a pensar que cada um interpreta uma mesma realidade, de acordo com seus próprios olhos, nos levando a uma certa passividade com relação à tolerância para com as diferentes formas de pensar.

    Assim, o secularismo educacional defende o pluralismo e a tolerância como ferramentas para a criação de um ambiente liberal; essa sutileza filosófica tem levado muitos jovens a duvidar da existência de um único Deus criador que, para se comunicar com o homem que criou, enviou seu próprio Filho Jesus Cristo para resgatar a humanidade de seu estado de separação de Deus.

    É um engano comparar essa parábola com a proposta de harmonizar as diferentes religiões entre si, pois todos os que apalparam o elefante eram cegos, o que limitou  a percepção exata do elefante como um todo; quanto a nós que enxergamos e estamos numa posição privilegiada em relação a eles, podemos compreender que a realidade absoluta existe mas não pode ser compreendida por eles, por serem deficientes visuais.

    Esse texto poderia ser utilizado apenas para preferências e gostos individuais em todos os sentidos e até mesmo quanto à escolha de uma religião, porém nunca para justificar que a verdade será sempre relativa e nunca absoluta. O fato de compreendermos uma realidade de forma subjetiva não justifica que a realidade ou verdade absoluta não existe, mesmo que não sejam perceptíveis para nós.

    Os cegos da parábola não conseguem perceber a existência do elefante e muito menos sua forma física, porém nós, que não somos deficientes visuais, sabemos que na realidade esse animal existe e conhecemos sua forma física. A falta de visão dos hindus não comprometem a existência absoluta do elefante. Dessa mesma forma, apesar de nossas limitações de compreensão da verdade absoluta, temos consciência de que Deus existe, mesmo que essa percepção de Sua natureza, seja subjetiva.

    Desde o principio Deus se utilizou de diversas formas para dialogar com o homem que criou e assim, poder transmitir-lhe Seu conhecimento. Nossa limitação física e mental não tem capacidade de compreender a verdade absoluta, mas podemos ter uma percepção significativamente próxima da realidade, pois o próprio Deus enviou seu Filho Jesus Cristo para iluminar o entendimento de todos aqueles que O aceitarem e crerem no Seu Nome.

    Vejamos o que a Palavra de Deus (A Bíblia) diz:

    “A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho.” (Sl. 119:105)

    “Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de você são trevas, que tremendas trevas são!” (Mt. 6:22-23)

    Oração de Simeão: “Ó Soberano, como prometeste, agora podes despedir em paz o teu servo. Pois os meus olhos já viram a tua salvação, que preparaste à vista de todos os povos: luz para revelação dos gentios e para a glória de Israel, teu povo.” (Lc. 2:29-32)

    “Surgiu um homem enviado por Deus, chamado João. Ele veio como testemunha para testificar acerca da luz, a fim de que por meio dele todos os homens cressem. Ele próprio não era a luz, mas veio como testemunha da luz. Estava chegando ao mundo a verdadeira luz, que ilumina todos os homens.” (Jo. 1:6-9)

    “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dEle. Quem nEle crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que suas obras sejam manifestas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus.” (Jo. 3:16-21)

    “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (Jo.8:12b)

    “O deus desta era cegou o entendimento dos descrentes, para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. Mas não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo o Senhor, e a nós como escravos de vocês, por causa de Jesus. Pois Deus que disse: ‘Das trevas resplandeça a luz’, Ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo.” (I Cor. 4:4-6)

    Estes versículos bíblicos nos deixam bastante claro que Deus enviou seu Filho para iluminar o nosso entendimento de forma que possamos ter uma compreensão suficiente de Sua natureza divina e Seu plano de salvação para todo ser humano, concedendo a vida eterna a todos que receberem Seu Filho Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas. Está muito claro que essa luz, chamada Jesus Cristo o Filho de Deus, veio ao mundo para desvendar os mistérios divinos e abrir um caminho de conexão entre Deus e o homem que Ele criou.

    Não podemos ignorar a Luz (Jesus Cristo), que nos foi enviada por Deus para iluminar nosso entendimento quanto a Verdade Absoluta que é o próprio Deus Pai. Assim, por questões lógicas, essa mesma parábola dos cegos hindus, quando melhor analisada através da Luz do conhecimento da Palavra enviada por Deus, entendemos que a Verdade Absoluta existe e portanto não há nada que justifique que todas as religiões sejam verdadeiras como afirma o Pluralismo.

    (Imagens Google)

    “Ninguém fará nenhum mal, nem destruirá coisa alguma em todo o meu santo monte, pois a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar.” (Is. 11:9)

    Com a imprensa e agora mais ainda com o acesso à internet, temos liberdade de nos aprofundarmos no conhecimento, de tal forma que temos o livre-arbitrio de escolhermos ficar na Luz enviada por Deus ou continuarmos nas trevas espirituais.

    “Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão num buraco.” (Mt. 15:14b)

    EU ESCOLHI ANDAR NA LUZ! E VOCÊ?

    __________

    (1) Texto extraído do Livro “Fundamentos Inabaláveis”, Norman Geisler e Peter Bocchino.  São Paulo, Vida, 2003.  p. 33

    Os versículos são da Bíblia NVI

    Por Sonia Valerio da Costa
    Em 12/11/2011

    Esconderijo do Altíssimo (Salmo 91)

    11/10/2011 por Sonia Costa
    Artigos

    (Imagens Google)

    A prática de deixar a Bíblia aberta no Salmo 91, tem sido muito comum entre os cristãos. Esse comportamento é digno de respeito para com a crença de quem possui esse costume, porém o mais importante é a necessidade de entendermos o significado das palavras ali escritas, para que elas possam produzir o efeito desejado em nossas vidas.

    Já ouvi muitas vezes a frase “A Bíblia fechada é apenas um livro, mas aberta é a Palavra de Deus”. Concordo apenas em parte com esta frase, pois a Bíblia passa a ser a Palavra de Deus a partir do momento em que é lida; aí sim, o Espírito Santo nos oferece o entendimento e a interpretação da vontade de Deus para conosco.

    Meu objetivo neste artigo não é questionar essa prática, mas sim expor uma interpretação para esse Salmo tão conhecido e que tem abençoado muitas vidas. Quando o salmista escreveu “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo à sombra do Onipotente descansará”, ele estava falando de sua própria experiência com Deus.

    Creio ser importante, antes de mais nada, conhecermos onde é o esconderijo do Altíssimo, para que nele possamos habitar. Deus nos disponibilizou um lugar especial onde podemos habitar com toda segurança e esse lugar é Jesus Cristo seu próprio Filho. Da mesma forma que o sangue passado no batente da porta das casas dos filhos de Israel, sinalizou a salvação para os primogênitos, simbolicamente o sangue de Jesus Cristo derramado na cruz do Calvário, também nos proporciona salvação e nos livra da morte e separação eterna de Deus.

    Em Jesus Cristo podemos nos refugiar do inimigo das nossas almas, o qual nunca encontrará espaço nem condições de nos prejudicar. Em Jesus estamos protegidos como os filhotes dos pássaros que se aninham embaixo das asas do pássaro-mãe. Em Jesus possuímos um arsenal imbatível (o capacete da salvação, o escudo da fé e a Espada do Espírito) para combater os ataques mortíferos que o inimigo lança em nossa mente, tentando nos atingir.

    Da mesma forma que o trabalhador chega cansado do seu trabalho e encontra amor, descanso e conforto em seu lar, em Jesus encontramos ambiente para descansarmos, repousarmos e também sermos revigorados espiritualmente. Jesus é o esconderijo que Deus nos disponibilizou.

    Quando verdadeiramente habitamos no esconderijo de Deus, ou seja, quando estamos em Jesus, Ele nos livra das armadilhas e das doenças mortais, nos protege debaixo das suas asas, onde nos sentimos seguros; sua fidelidade nos protege como escudo; nEle não tememos a escuridão e nem a violência durante o dia. Não ficaremos assustados com a doença que se espalha nas trevas, nem com a destruição que acontece ao meio-dia.

    Mil podem ser feridos e caírem ao nosso lado e outros dez mil morrerem à nossa direita, mas não seremos atingidos; somente contemplaremos a recompensa dos ímpios. Em Jesus nenhum mal nos sucederá e nossa casa não será atingida por desgraças. Ele dá ordem aos seus anjos para que nos guardem em todos os nossos caminhos. Somos sustentados em Suas mãos para que não tropecemos nas pedras do caminho.

    Para todos os que aceitaram habitar em Jesus Cristo, cremos que por inspiração divina, o salmista profetiza as seguintes palavras, como sendo o próprio Deus falando conosco: “Pois assim diz o Senhor sobre ti: Ele se entregou a mim de todo o coração, por isso eu o salvarei! Ele me conhece pessoalmente e por isso Eu o colocarei num lugar alto e seguro. Ele me pedirá ajuda e eu lhe responderei. Quando estiver em dificuldades, Eu estarei ao seu lado, resolverei seus problemas e lhe darei uma posição de honra. Darei a ele uma vida longa e feliz, e a minha salvação”.

    Satanás certamente sabia que o Salmo 91 se referia a Jesus Cristo, o Messias, pois Ele seria o esconderijo divino para todos aqueles que O aceitassem como seu único e suficiente Salvador; por isso utilizou as palavras deste Salmo para tentar a Jesus, mas Jesus conhecendo a astúcia do adversário, utilizou a própria Palavra de Deus para repreender a Satanás. (Bíblia Sagrada, Lucas 4:1-13).

    Assim, quero deixar um conselho a todos os cristãos simpatizantes do Salmo 91, que não apenas deixem suas Bíblia abertas nele, mas que leiam este texto Bíblico, meditando em cada palavra e então vocês sentirão o Espírito Santo de Deus revelando segredos divinos e mostrando o verdadeiro esconderijo do Altíssimo.

    Palavra ministrada em Caucaia do Alto (SP)
    por Sonia Valerio da Costa
    Em 01/10/2011 

    Porque Choras Mulher?

    27/09/2011 por Sonia Costa
    Artigos

    Já nascemos chorando e também derramamos muitas lágrimas no decorrer de nossas vidas, devido às circunstancias que vivenciamos direta e/ou indiretamente. Neste artigo quero me referir apenas ao choro como consequencia de uma dor provocada por uma angústia que envolve nossa alma.

    Essa pergunta “porque choras mulher?” foi proferida pelo proprio Jesus depois de ressurreto. Se Deus promete enxugar nossas lágrimas, porque passamos por angustias e tristezas que nos levam ao choro? Porquê passamos anos chorando e nos angustiando pelos mesmos problemas e eles nunca se resolvem? Entendo que muitas vezes Deus permite que passemos por adversidades para nos fortalecer emocionalmente, e confiar mais nEle, porém Ele não tem prazer em nos deixar atravessar “noites” intermináveis, onde os anos passam e nunca vemos o amanhecer.

    Lendo este texto bíblico (Jo. 20:11-18) entendi que Maria Madalena teve algumas atitudes importantes e que merecem nossa atenção de forma que possam ser aplicadas em nossas vidas, quando estivermos enfrentando uma situação de angustia e de choro.

    Após a morte de Jesus, enquanto os discípulos se esconderam com medo de serem presos por terem seguido o Mestre, Maria Madalena teve outra atitude: inconformada com a morte de Jesus, foi até o sepulcro para chorar a perda de Seu Mestre. Vemos que Maria Madalena teve coragem de se expor para o mundo, demonstrando publicamente sua angustia por ter perdido o Mestre; assim, entendemos que o medo sempre forma uma barreira, muitas vezes intransponível, o que nos impede de chegar diante de Jesus para que Ele possa verdadeiramente enxugar nossas lágrimas.

    Além da coragem de se expor publicamente, vemos que Maria Madalena foi chorar no lugar certo, isto é, onde havia visto Jesus pela última vez; se ela, ao invés de ir ao sepulcro, tivesse ido derramar suas lágrimas no Templo, com certeza teria perdido aquele encontro emocionante com o Mestre. Entendemos também que muitas vezes Deus não enxuga nossas lágrimas porque não estamos indo no lugar que Ele nos aguarda.

    Lamentavelmente temos presenciado Instituições de diversos credos religiosos que adotaram liturgias sem nenhum fundamento bíblico e fazem questão de conclamar as multidões, afirmando que somente em tais locais poderão ter um encontro com Jesus; diversos fetiches criados por alguns líderes religiosos correspondem com práticas de invocação de espíritos, cuja Bíblia condena. As pessoas entram nesses templos, ficam emocionadas com as promessas que ouvem e acabam recebendo muita alegria, mas é apenas uma alegria passageira; quando saem dali, aquele clima nostálgico desaparece e o choro volta a tomar conta de seus pensamentos e emoções.

    Aqui vale uma reflexão: será que Deus tem estado presente no lugar em que nos reunimos para adorá-lo, principalmente para enxugar nossas lágrimas, isto é, resolver literalmente nossos infortúnios? Precisamos entender que homem nenhum nesta terra tem poder para enxugar as lágrimas da nossa alma; somente Deus pode fazer isto perfeitamente. E Deus somente o fará se estivermos O adorando em Espírito e em Verdade.

    De um modo geral as religiões precisam checar suas práticas à luz da Palavra de Deus, pois o proprio Jesus, depois de anos frequentando o Templo para aprender a Torá, entendeu que não poderia iniciar seu ministerio terreno, se ficasse atrelado aos desmandos dos Doutores da Lei; a religiosidade professada na época de Jesus, estava de tal forma engessada que seus seguidores não conseguiriam compreender Sua mensagem; e de fato acabaram crucificando o próprio Mestre Jesus Cristo.

    Encontramos muitos “doutores da lei” que hoje em dia ainda tentam crucificar a Jesus, simplesmente porque o “jugo dEle é suave e Seu fardo é leve”; querem que seus seguidores acreditem que a Salvação oferecida gratuitamente por Jesus, precisa ser acompanhada de algumas “regrinhas” para que possa ser alcançada.

    Mas voltando a analisar as atitudes de Maria Madalena, além dela não se preocupar com o que pudessem pensar ao seu respeito, ela foi até o local onde vira Jesus pela última vez. Simbolicamente acabamos permitindo em nossos cultos de adoração a Deus, que Jesus seja novamente “crucificado” e “enterrado” sob o dominio da nossa incredulidade provocada pelas nossas desilusões.

    Neste momento peço que você reflita a respeito de sua vida; sua alma está angustiada e chora por não visualizar possibilidade nenhuma de que alguém enxugue suas lágrimas? Procure se lembrar onde foi que você se encontrou com Jesus pela última vez! Esse local pode ter sido esquecido no tempo e no espaço, mas Jesus te fará lembrar dele agora; volte lá, pois Jesus o espera para enxugar suas lágrimas.

    Faça como Maria Madalena que não ficou apenas do lado de fora, mas abaixou-se e olhou dentro do sepulcro, pois estava determinada a ver Jesus. Foi então que pode contemplar a presença de dois anjos que lhe anunciaram que Jesus havia ressuscitado. É nesse local onde vimos Jesus pela última vez que poderemos receber as boas novas que nossa alma tanto anseia ouvir, presenciar e usufruir.

    Quando desejamos com todas as forças da nossa alma, ver a Jesus, Ele sente prazer em se revelar para nós. Foi o que aconteceu com Maria Madalena; sua ansiedade e necessidade de ver a Jesus era tão grande que não conseguiu reconhecê-lo quando Ele apenas fez a pergunta: “porque choras, mulher?”. Ela o reconheceu quando Ele a chamou pelo nome “Maria”. Aquela forma de chamar pelo seu nome era inconfundível; somente Jesus a chamava de uma forma tão suave e cheia de autoridade, expressando o amor divinal que sempre se emanava dEle.

    Emocionada ela queria deter Jesus e talvez até levá-lo para sua casa, porém agora depois de ressuscitado e livre das necessidades inerentes ao corpo humano, Jesus não seria mais apenas de um grupo de 12 discípulos, ou de uma cidade, ou mesmo de um país. Agora Jesus estava sendo entregue para a salvação de toda a humanidade, de todos os povos, linguas e nações.

    Jesus nunca se deixará prender por religiões, dogmas, crenças ou tradições; Ele estará sempre acima das discussões e desentendimentos religiosos; Ele não veio salvar apenas um povo ou denominação. Ele foi enviado por Deus o Pai, para salvar a todos os que O aceitarem como Senhor e Salvador de suas vidas.

    Falo com toda convicção que se você estiver frequentando um lugar onde suas lágrimas são cada vez mais abundantes e nunca chega o tempo de alegrias, procure investigar se Jesus está por lá. Talvez Ele tenha deixado esse local e nem mesmo os líderes se deram conta desse fato.

    Se você ainda não teve um encontro pessoal com o Mestre Jesus, comece a ler a Sua Palavra que é a Bíblia Sagrada e, com certeza, você irá encontrá-lo. Vamos fazer como Maria Madalena: procurar diligentemente por Jesus até encontrá-lo e então Ele enxugará nossas lágrimas, transformando nossa tristeza em alegria e nossa “noite”, num lindo amanhecer!

    Por Sonia Valerio da Costa
    Em 27/09/2011

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