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  • Vivenciando a Restituição

    10/09/2015 por Sonia Costa
    Artigos

     

    Todos os anos, assim que termina o período da declaração do IR, quem tem imposto a restituir já começa a ficar na expectativa e até mesmo a fazer planos com esse dinheiro, porém não é sobre esse tipo de restituição que pretendo abordar neste artigo, mas sim sobre nossas conquistas durante a vida e que, devido a alguma adversidade acabamos perdendo o que alcançamos.

    O termo restituição significa receber de volta aquilo que nos pertence por direito. Em Biblia Sagrada, II Reis 8:1-6, temos um exemplo bastante claro a respeito de restituição, e é com base nesse texto que desejo fazer algumas considerações. A historia dessa mulher começa em Bíblia Sagrada, II Reis 4:8-37 quando ela conheceu o Profeta Eliseu.

    Para que sua compreensão possa ser mais efetiva, seria importante que você lesse os dois textos acima, antes de continuar a leitura deste artigo. Analisando o comportamento da mulher sunamita, identificamos cinco fases da sua vida, que merecem nossa atenção. Vamos então aprender algumas lições deixadas por essa mulher.

    Primeira fase – Adoração

    Ela identifica Eliseu como um homem de Deus e não mede esforços para abençoá-lo. Apesar de rica, ela não tinha filhos e naquela época a mulher estéril era desprezada. Mesmo assim ela adorava ao Deus Todo-Poderoso, tanto que, em comum acordo com seu marido, construiu uma pousada permanente em sua casa, para que o Profeta Eliseu se hospedasse ali, sempre que passasse por aquela cidade. Para Israel, a presença de um sacerdote, significava a própria presença de Deus, pois ele tinha autoridade de consultar a Deus e receber diretamente dEle um direcionamento para todas as circunstâncias do dia-a-dia.

    Segunda fase – Bênção

    Por ter abençoado a vida de Eliseu e lhe proporcionado um merecido conforto, Deus abençoou seu marido que, mesmo avançado em idade, teve sua virilidade restaurada para gerar um filho e ela pode ser recompensada com a dádiva de ser mãe e embalar um filho em seus braços. A partir de então ela passou a ser honrada e ter dignidade reconhecida diante da sociedade.

    Terceira fase – Fé

    Deus coloca sua fé em prova quando ela enfrenta a adversidade de ver seu filho morto. Com certeza ela pensou que Deus cairia em contradição se lhe desse um filho para perpetuar sua descendência e permitisse que ele morresse, antes mesmo que tivesse idade para gerar filhos. Foi assim que, imbuída de uma fé inabalável, ela correu para Eliseu para que ele orasse e Deus ressuscitou seu filho.

    Quarta fase – Confiança

    Quando ela estava totalmente estabilizada em todas as áreas da sua vida (familiar, emocional, espiritual e financeira), Deus, através de Eliseu, a direcionou para peregrinar em outras terras por sete anos, pois a fome assolaria a região de Suném. Ela obedeceu sem questionamentos e viveu durante sete anos na terra dos filisteus. Apesar dos filisteus serem inimigos potenciais de Israel, ela creu que Deus a protegeria em terras estranhas, pois já havia nutrido e vivenciado experiências profundas com Deus.

    Quinta fase – Prosperidade

    Passados os sete anos ela voltou para Suném e, por providencia divina, chegou no exato momento em que Geasi (servo de Eliseu), dava testemunho dela para o rei. As circunstâncias lhe foram totalmente favoráveis, e ela aproveitou para reivindicar ao rei, a restituição de sua casa e de suas terras. Ao ouvir seu relato, confirmando o que Geasi acabara de testemunhar, o Rei destaca um oficial para providenciar a restituição de tudo o que lhe pertencia, inclusive todas as rendas que a terra havia produzido, durante os sete anos que ela estivera ausente. Assim ela consegue a restituição de tudo o que lhe pertencia.

    Conclusão

    Vemos que a mulher sunamita era uma adoradora em potencial, independente das circunstâncias adversas em que vivia. Deus se agradou dessa sua atitude e a abençoou  com um filho. Deus provou aquela mulher quando permitiu a morte de seu filho, porem sua fé e confiança no Deus Todo-Poderoso foi fortalecida. Com esse aprendizado ela cresceu espiritualmente e se tornou merecedora de receber a restituição dos seus bens. Não foi necessário fazer campanhas de jejum e oração, porque a intimidade que ela nutria com Deus, foi a garantia de vivenciar uma vida abençoada, sem prejuízos financeiros, emocionais ou familiares.

    Muitas vezes pedimos insistentemente a Deus a restituição de algo que perdemos e Ele, por sua misericordia, até pode atender nossas orações, porém quando assumimos o compromisso de adorá-lo e obedecê-LO independente das circunstâncias, Ele não permitirá que venhamos a perder nossos bens e herança.

    Assim, a adoração que ministramos a Deus está diretamente ligada à rapidez das respostas das nossas orações. A adoração nos blinda dos ataques do nosso adversário. Porque “Deus procura verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade”. Biblia Sagrada, Jo. 4:23. Sejamos verdadeiros adoradores do Deus Todo-Poderoso, que criou os céus e a terra e tudo o que neles há e que se inclina para ouvir o clamor dos justos para os livrar. Bíblia Sagrada, Is. 65:24 e Lc. 1:87.

    Por Sonia Valerio da Costa

    em 10/09/2015

     

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    2 Comentários para “Vivenciando a Restituição”

    1. Sirleyne Disse:

      Parabéns pelo artigo, Deus lhe abençoe!

    2. Guadalupe Disse:

      Achei muito importante esse tema.



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